Tati Eckhardt Sex Coach: Por que minha autoestima melhorou depois que me tornei adepta ao Swing?


Tati Eckhardt adepta ao Swing


Olá, meus amados! Tudo bem com vocês?

Em uma época onde muito se fala sobre a importância do autoconhecimento, autoestima e autonomia, empoderamento feminino...

Hoje venho discorrer sobre um fato interessante que aconteceu com um casal de clientes, um homem e uma mulher cis e hétero, que nunca tinha ido a uma Casa de Swing.


Aproveitando o gancho, já te peço pra dar pulinho no meu canal no Youtube: Sex Coach Brasil e se inscrever. Lá, você também tem acesso a conteúdo sobre Sexualidade e tipos de relacionamentos não-monogâmicos, práticas sexuais não convencionais, ou seja, comportamento e desenvolvimento humano a partir dessa temática em Liberdade Sexual e Diversidade LGBTQIA+.




Voltando ao texto...

Ao entrar na Casa de Swing, eles estavam bem travados, tímidos. Mas depois de alguns minutos estavam bem mais tranquilos, pois a casa parecia como uma boate qualquer, com pista de dance e bar. Ok.

Música boa, ambiente agradável, gente bonita. Comecei a dançar e chamei a esposa e disse, vamos dançar, se solta. Ela estava com muita vergonha, mas louca pra ir. Acabou indo. Subiu no pole, começou a dançar no ritmo da música, suave. Aos poucos ela foi se soltando e o marido ficou admirado, pois nunca tinha visto a esposa dançar em 5 anos de casamento.

E daí. A linguagem corporal foi linda. Eles se conectaram completamente. Ele não tirava os olhos dela e sorria. Ela, sensualizando pra ele, cada vez mais confiante, tomou conta da situação.

Enfim, eles escolheram um quarto privado e curtiram a noite.

Pois bem, vamos à moral da história. Esse casal foi numa Casa de Swing e não fez troca, não rolou suruba? Que loucura isso, não é mesmo?

Pois é. Nem sempre, para um casal se sentir excitado e estimulado para o sexo, necessariamente precisa transar com outras pessoas e abrir a relação. Principalmente porque foi a primeira vez. É possível que eles retornem e talvez experientes outras coisas. Ou não. Mas uma coisa é fato, ficaram excitados, se insinuando um para o outro sabendo ou imaginando que tinha pessoas olhando suas performances. Isso já é, em algum nível, prática de um casal liberal.

Existem casais que vão em casas de swing somente para ver outros casais, ou casais que são exibicionistas, que gostam de transar para outros verem, casais que fazem ménage, casais que trocam, sexo grupal, etc, existem várias combinações no sexo que são consideradas práticas de casais liberais.

Enfim, existem infinitas formas de estimular o apetite sexual de um casal.

Mas o cerne da questão aqui é a mulher. Poder ver uma mulher tímida, preocupada demais com o que os outros iriam dizer, se escravizando durante anos numa corrente invisível, ver essa mulher se transformar e realizar aquilo que ela sabia que podia sim, fazer sem culpa, é sempre muito gratificante pra mim, ainda por cima ajudar em todo esse processo.

Portanto, a ideia aqui deste post é naturalizar o sexo. Perceber que somos diferentes e respeitar a forma que cada um tem de viver e performar o seu sexo. Somos todos muito diferentes e ao mesmo tempo, iguais: todos nós temos uma tendência a buscar a felicidade e fugir do sofrimento, como bem diz Tenzin Gyatsu, ou Sua Santidade, o Dalai Lama.

Todos queremos a mesma coisa, então, naturalize o sexo e comece a perceber que tipos de performances sexuais existem e, mesmo que você ache esquisito, vai ter algo que você faça que alguém certamente vai achar esquisito. Já que somos todos esquisitos, vivamos como bem queremos, sem prejudicar ninguém.

Até a próxima!

Bjinhos da Sua Sex Coach!

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