Crônicas de uma Bissexual: Passiva na Suruba em +18 Swing Club


Sex Coach Tati Eckardt pronta pra um rolê na suruba


Foi uma manhã de sábado preguiçoso, onde tinha planejado fazer vários nadas e finalmente tirar um final de semana sem pensar em trabalho. Amo o meu trabalho, mas nada como uma boa dose de higiene mental.



Passei a manhã toda de pijama, literalmente me jogando daqui pra ali entre uma caneca e outra de café. Um bom livro e almofadas no sofá, conversas triviais e à tarde, jogatina com jogos de tabuleiro com a família e amigos.



Numa conversa e outra, brincadeiras e piadas, umas perguntas sobre sexo ou conselhos de relacionamento sempre aparecem, ócios do ofício de uma Sex Coach, naturalmente.



Me sinto feliz de meus amigos me confiarem suas problemáticas a mim e ouvirem com respeito meus conselhos. A gente cresce junto.



Jogando e tomando umas taças de vinho fui ficando mais relaxada e com vontade de sair, curtir aquela noite gostosa de sábado que estava se aproximando.



Comecei a perguntar quem estava a fim de sair para dançar. O Lipe olhou pra mim com aquela cara de safadinho e disse, eu! Detalhe, as danças dele são sempre peladas em algum lugar onde rola suruba. Fora isso, ele nunca dança.



Aquela troca de olhares me dizia tudo. Ele também estava doido para extravasar, relaxar dos estresses próprios do trabalho.



Quando estávamos terminando o jogo, perguntamos aos nossos amigos se queriam sair conosco, mas eles não queriam, estavam em outra vibe mais tranquilinha de ficar em casa descansando, assistindo séries na Netflix e coisas do tipo. Pouco tempo depois, chegou mais um amigo nosso aqui em casa, dizendo que queria ir numa boate mas que estava sozinho, queria companhia e ele já estava nos chamando pra sair há um bom tempo. Perfeito, o universo conspirando a nosso favor.



Pronto. Tudo combinado. Recolhemos tudo, guardamos as peças dos jogos e cada um foi pro seu canto. Às nove horas iríamos sair.



Coloquei uma blusinha com decote, aquela minissaia que adoro, um salto bem sensual. O look tava confortável e perfeito para a ocasião.



Inicialmente, o rolê seria numa boate LGBT, a 1007, e como eu não tinha ido ainda, achei interessante experimentar. Nosso amigo foi buscar uma amiga que quis ir com a gente. Chegamos lá por volta das onze horas da noite. Pegamos uma fila. Muita gente. Normal para boates assim. Eu estava tão bem que nada iria estragar a minha alegria.



Entramos. Eu, logo pra pista de dança. Eram duas pistas, muita luz, som alto, bem animado.

Dancei bastante até as duas da manhã, dei uns beijinhos numa gatinha lá, e depois quando o tesão estava batendo forte, eu quis ir pra outro lugar. Convidamos eles para ir na +18 Swing Club eles não quiseram. Deixamos eles lá se divertindo, fomos para +18 Swing Club porque eu queria mais sacanagem.



Chegando na +18 Swing Club, estava começando o show da Kérol, aquela musa, linda, sensual, muito delícia, maravilhosa. Cheguei em boa hora. Adoro os shows dela. Toda vez que assisto aos seus shows fico totalmente excitada. A sensualidade dela inspira sexo.



Depois do show, muita música e barra de pole pra gente dançar. Ah como eu amo dançar. E eu estava tão quente que resolvi tirar minha blusinha e ficar dançando com meus peitinhos de fora. Pronto, já animei a galera. Começaram a vir as meninas pra dançar no pole dance comigo. Bem eu já adoro uma exibição, então, fica mais fácil pra rolar sacanagem.



A mulherada tava bem safada, a gente dançando e se esfregando uma na outra no ritmo da música. Levei uma encochada de uma gatinha lá. Nossa, ela me pegou de jeito, que safada.

Começamos a nos beijar na pista e ela pegando na minha bunda, se esfregando no meu peitinho, beijando o meu pescoço, ah eu já fui direto e meti a boca nos peitos dela, que gosto bom. Que pele gostosa. Os bicos do peito dela estavam bem durinhos, ela tava louca pra trepar.



Fomos lá pra cima, e real festa começou. Tiramos o resto de roupa que tínhamos e começamos a nos lamber como se não houvesse o amanhã. Lipe, só olhando no sofá e tocando uma punhetinha bem gostosa. O marido dela do outro lado do quarto, também estava dando uma de voyeur.



A safada me comeu gostoso, me tocando com aquelas mãozinhas habilidosas, acariciando todo o meu corpo enquanto lambia o biquinho do meu peito. Deixei ela fazer o que quisesse comigo.



Quando mais ela me tocava mais louca eu ficava de tesão. Ela abriu bem as minhas permas e foi lambendo as minhas coxas na parte interna até chegar na minha bucetinha. Senti a boca dela sugando o meu grelinho. Que delícia.



Eu empurrei a cabeça dela pressionando mais e disse, chupa mais forte. Tô adorando. Você está me deixando louca. Que boca gostosa. Enquanto eu falava isso, ela gemia e se masturbava e me chupava ao mesmo tempo. Que safada gostosa. Daí eu disse, vai continua. Isso. Humm. Ai, vou gozar… Ela aproveitou e abriu mais a boquinha pra sentir o gosto do meu gozo. E eu gozei na boquinha dela. Safada.



Ela veio e deitou por cima de mim. E disse, você gozou na minha boca. Eu adorei. Hoje eu estava mais passiva. Adorei essa experiência, geralmente eu tomo conta da situação. Mas, adorei ser tratada como uma rainha. Na verdade, sempre adoro. Mas dar prazer me deixa extremamente excitada. Sempre fui dominadora. Hoje foi um pouco diferente. Fui dominada.



Adorei ser a passivinha da história.


E você acha que a noite acabou por aí? Claro que não, tem muito mais história. Essa noite rendeu. Só que vou deixar pra contar uma outra vez.



Essa noite foi, literalmente, Foda!

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