A Incrível Jornada, Por Tati Eckhardt

Atualizado: Mai 31



Scape Room: Caverna de Platão

Eu me inspirei na Alegoria da Caverna, de Platão, para inventar essa história. Foi um texto que traduzi para o inglês para treinarmos conversação aqui em casa.


Espero que goste desta modesta história, que tornou um sábado em isolamento social durante a pandemia, um pouco mais alegre. Quem sabe também te inspire para criar a sua?!


Divirta-se!

Mestre: Você acorda em uma sala fria e escura. O chão é lamacento e as paredes são de pedra, estão com mofo. Não existem janelas. Você está cansado e com fome. O que você faz?



Jog 1: Eu vou apalpando as paredes e encontro uma porta. Eu abro a porta. O que vejo?



Mestre: Você vê um grande corredor que dá numa parede. Você vê a sombra de criaturas estranhas projetadas na parede. O que você faz?



Jog 1: Eu procuro de onde vem a luz e sigo em direção a ela.



Mestre: Conforme você vai andando em direção a luz, você vê um buraco no chão. Pode ser uma passagem, o que você faz?



Jog 1: Eu tento entrar no buraco.



Mestre: Quando você se aproxima consegue ver luz lá embaixo também mas é um abismo. Não é possível ver o fundo, o que você faz?



Jog 1: Eu tento pular através do buraco.



Mestre: Você pula mas o buraco era muito grande e você cai nele. E agora?



Jog 1: Eu consegui me segurar num tipo de raiz que estava por baixo daquele chão.

Mestre: Você está muito fraco e ferido mas a sua vontade de sobreviver é maior do que o cansaço e fraqueza, e então você tenta até conseguir subir.



Jog 1: Eu sigo em direção a luz e pulo todos os buracos que existem naquele corredor.



Mestre: Conforme você vai se aproximando da luz, você vê o fim do corredor fechado por pedras enormes. A luz está vindo do teto, numa pequena passagem sobre as pedras. O que você faz?



Jog 1: Eu escalo as pedras e tento passar através da abertura no teto.



Mestre: Quando você tenta subir pelo buraco sente alguém te puxando pelo braço.

Jog 2: Você conseguiu!



Jog 1: Onde estou? Quem é você? Eu não me lembro de nada, nem mesmo quem eu sou e o que vim fazer aqui.



Jog 2: Você foi capturado por Aleister, um mago maligno muito poderoso que lançou Obliviate em você para você nunca achar a saída, se esquecer de quem você é e dos seus nobres propósitos. Mas a magia se torna menos poderosa quando a pessoa percebe que tem algo errado e deseja sair. Mas eu não consigo ir até você, eu só posso vir até aqui. Felizmente você conseguiu seguir a luz. Eu sou Minerva. Você me chamou, você desejou que eu viesse te ajudar. Eu iluminei o seu caminho e agora estou aqui para acompanhar até o fim dessa jornada. Você deseja que eu te acompanhe e te oriente?

Jog 1: Eu sei que o caminho não será fácil, mas prefiro enfrentar do que ficar aqui. Eu agradeço a sua ajuda. Vamos!

Jog 2: OK. O caminho é por aqui!

Mestre: Você percorre o caminho com Minerva, batalha com monstros e fica cada vez mais forte para enfrentar criaturas mais desafiadoras. No fim, você derrota um dragão. Minerva começa a flutuar e se transmuta em uma chave de ouro. Logo à frente existe uma grande porta. O que você faz?



Jog 1: Eu abro a porta com a minha chave. Ao abrir a porta e sair. A luz traz todo entendimento e a minha consciência se expande. E agora, tenho convicção de que nunca mais cairei nas armadilhas de Aleister. Agora eu tenho o conhecimento da verdade. Sei quem eu sou e quais são meus nobres propósitos nesta jornada.


Mestre: E então, você sente alguém te chamando, você se sente impelido a ir de encontro a essa pessoa. É um pedido de socorro. Aleister capturou mais alguém e só você pode ajudar. E agora o que você faz?